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UGT Pará participa do Dia Nacional contra as Reformas em Belém


16/03/2017

Federações, sindicatos e demais entidades filiadas à União Geral dos Trabalhadores no Pará estiveram em peso, na manhã desta quarta-feira (15), na Escadinha do Cais do Porto, onde começou a concentração para o grande protesto que se somou aos demais realizados por todo o Brasil contra as reformas Trabalhista e Previdenciária propostas pelo governo Michel Temer e que ontem declarou que não irá tirar direito de ninguém, mas, ao mesmo tempo, ameaçou que, se não ocorrer reformas, ou se estas foram “modestas”, serão cortados os salários de servidores que estão na ativa, bem como, de aposentados e pensionistas.

 

O Trio Elétrico da UGT Pará saiu do Cais do Porto, tradicional ponto turístico do centro de Belém e subiu a Avenida Presidente Vargas, uma das principais da capital paraense, até a Praça da República, onde já se concentravam, também com trios elétricos, as demais centrais sindicais para o grande protesto que também serviu para esclarecer a população sobre o golpe que o governo está dando na sociedade, ao propor reformas que precarizam o trabalho, acabam com o contrato de carteira, com horas extras, com férias e, o que é pior, com a aposentadoria por tempo de serviço.

 

Antes de chegar na Praça da República, a UGT deu apoio à mobilização dos servidores públicos dos Correios, que paralisaram ontem para denunciar as atrocidades cometidas contra eles pela superintendência regional da autarquia no Pará.

 

Zé Francisco, presidente da UGT Pará e da Federação dos Trabalhadores no Comércio e Serviços dos Estados do Pará e Amapá – FETRACOM-PA/AP, usou da palavra para dizer da necessidade dos trabalhadores se unirem, pois “nunca a sociedade esteve tão ameaçada por um governo da laia do de Michel Temer, como está acontecendo neste momento”. O sindicalista disse que os parlamentares estão dispostos, sim, a apoiarem as propostas de reformas na Previdência Social e na Consolidação das Leis do Trabalho da forma como foram apresentadas. “Se a gente não fizer nossa voz ecoar pelas ruas do Brasil, se a gente não fizeram pressão e exigir posicionamento firme contra as reformas, iremos voltar ao regime da escravidão e quem está com menos de 50 anos, jamais se aposentará neste país”, afirmou Zé Francisco.

 

 

   

 


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