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Após queda recorde, preços em supermercados voltarão a subir em 2018


10/01/2018

A queda de preços observada nos supermercados em 2017, a maior desde que entrou em vigor o Plano Real, não deverá se repetir neste ano, segundo a Apas (associação setorial paulista).

 

A projeção é que, após uma retração de 2,3% no ano passado, a inflação do setor seja similar à do IPCA e gire entre 3% e 4%, diz Thiago Berka, economista da entidade.

 

"Vai ser muito difícil um recuo [nos preços] desse porte se repetir tão cedo."

 

A safra recorde de grãos e o elevado grau de desemprego foram os maiores responsáveis pela deflação do último ano, de acordo com a Apas.

 

"Vamos ter uma safra boa em 2018, mas como a base de comparação é muito elevada, a expectativa é de uma diminuição de 10%, então a oferta sofrerá alguma pressão."

 

"A demanda também vai aumentar quando houver uma melhora significativa nos postos com carteira assinada, o que ainda não ocorreu."

 

Nem os últimos meses do ano, que tradicionalmente são de alta nos preços, tiveram uma oscilação muito significativa -em dezembro, eles cresceram 0,27%, abaixo do esperado.

 

"As categorias que são carros-chefe das festas de fim de ano, como aves, carne suína e chocolates, foram utilizadas pelos supermercados para atrair consumidores, o que fez com que os valores ficassem 'mais comportados'."

 

A tendência, em 2018, é que carnes e cereais sejam responsáveis pelos maiores aumentos na inflação, segundo o economista.

 

Regra para arrendar fonte de água mineral gera controvérsia

 

O DNPM (departamento de produção mineral) pretende permitir que donas de fontes de água arrendem parte dos seus recursos, mas a ideia desagradou setores desse mercado, que movimenta cerca de R$ 2 bilhões por ano.

 

A associação das empresas do setor convocou uma reunião de membros para discutir a resposta à proposta.

 

A objeção é que isso aumentaria a exposição a contaminação de fontes, e há o receio que essa seja uma primeira medida para tornar a exploração mais barata.

 

O temor é que o DNPM acabe com a obrigatoriedade de grandes envasadores terem laboratório próprio para alguns dos testes.

 

Outra mudança esperada é o prolongamento da vida útil de galões para transporte, hoje de três anos.

 

A regra do arrendamento servirá para ampliar o potencial de uso das fontes, afirma um executivo do DNPM.

 

Cerca de metade da água não é capturada pelas empresas que têm a titularidade da concessão, segundo ele.

 

A regra terá implicações, como a cobrança de royalties de parques aquáticos arrendadores -não há lei que prevê essa arrecadação.

 

O departamento confirmou a intenção de alterar a forma como parte das análises são feitas, mas só deve efetivar a medida com entidades credenciadas pela Anvisa.

 

Fonte: Folha de SP

 


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