28/01/2019
Em 28 de janeiro de 2004, quatro funcionários do Ministério do Trabalho e Emprego foram assassinados na cidade de Unaí, em Minas Gerais, durante uma fiscalização para apurar denúncias de trabalho escravo no local.
Eram eles: os auditores do Trabalho Nelson José da Silva, João Batista Lage e Eratóstenes de Almeida Gonçalves, e o motorista Ailton Pereira de Oliveira.
O episódio ficou conhecido como a chacina de Unaí.
Hoje, passados 15 anos do ocorrido, os executores da chacina estão presos, mas os apontados como mandantes e intermediários do crime seguem respondendo em liberdade.
Por conta dessa chacina, o Ministério do Trabalho estabeleceu 28 de janeiro como Dia do Auditor Fiscal do Trabalho e Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo.
Segundo dados do Ministério Público do Trabalho, mais de 50 mil trabalhadores foram resgatados no Brasil desde 1995.
A União Geral dos Trabalhadores (UGT) tem como uma de suas bandeiras de luta o combate ao trabalho escravo. Além de denunciar, a Central promove ações de conscientização sobre o trabalho decente – que inclui o trabalho remunerado, exercido em condições de equidade, liberdade e segurança e capaz de garantir uma vida digna.
UGT - União Geral dos Trabalhadores