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Redes de colchões apostam na personalização


29/01/2019

Maior preocupação por parte do consumidor em relação à saúde e qualidade do sono modificou estratégia das marcas, que lançam produtos com foco nos cuidados com a coluna, por exemplo

 

Após um período de vendas mornas durante a crise, os varejistas do segmento de colchões apostam no aumento do orçamento familiar para lançar produtos de maior valor agregado. Com a possibilidade de personalizar o pedido, o tíquete médio de algumas redes pode chegar a R$ 8 mil. “Nos últimos anos, o segmento foi se transformando e o consumidor adquiriu novas preferências. Dessa forma, começamos a ver uma expansão do mercado de colchões principalmente com a chance de customizar os produtos conforme o gosto do cliente”, afirma o presidente da rede de varejo Euro Colchões, Maurício Aballo.

 

De acordo com o executivo, a compra de colchões começou a ser vista como um investimento na qualidade de vida e também na saúde. “Começamos a investir em materiais para neutralizar a ação de ácaros e outros organismos que podem ser nocivos para a saúde. Neste sentido, a compra tem sido mais racional por parte do consumidor”, disse Aballo, lembrando que o tíquete médio da rede está em R$ 2,8 mil.

 

Com isso, ele conta que recentemente houve o lançamento de uma nova linha customizável, denominada “É do seu jeito”. “Essa tendência de personalização é global no mercado de colchões. Para 2019, prevemos aumentar em 12% o volume de vendas em relação ao ano passado”, afirmou o executivo. Segundo ele, até dezembro devem ser inauguradas 10 novas lojas da marca, chegando a 60 unidades no Brasil.

 

Em termos de receita, a rede deve passar de R$ 80 milhões, em 2018, para R$ 110 milhões neste ano.Assim como a Euro Colchões, a rede Cia do Sono tem apostado na possibilidade de flexibilizar o portfólio para manter o ritmo de expansão do número de unidades e elevar o faturamento anual. “Existe uma recente demanda por produtos com maior durabilidade e qualidade dos materiais.

 

A partir desse ano, já sentimos maior otimismo em termos de volume de vendas”, declara o presidente da rede, Felipe Pedroso. De acordo com ele, a preocupação do consumidor com a qualidade do sono fez com que o negócio se empenhasse também na personalização dos produtos. “Começamos a desenvolver tecnologias específicas para os problemas de coluna e alergias dos clientes”, relata o executivo, mencionando que o público-alvo do negócio são as classes A e B, e o tíquete médio varia entre R$ 7,5 mil e R$ 8 mil.

 

Ele conta que espera atingir faturamento de R$ 20 milhões em 2019 através da inauguração de dez novas unidades da rede e também com “microfranquias”, que funciona por meio das vendas porta a porta. Atualmente, existem 150 empreendedores trabalhando nesse modelo. “Por isso que o atendimento residencial é importante. Com a análise do perfil do cliente, conseguimos montar um produto específico para cada um”, complementa o executivo.

 

Outro exemplo de rede de colchões em movimento de expansão de lojas é a Probel. “Prevemos aumento de 30% no volume de vendas para 2019. Esse crescimento deve ser sustentado por meio da abertura de 25 novas unidades para o atendimento de todas as classes sociais”, afirma o diretor de expansão de franquias da rede, Carlos Guedes.

 

O tíquete médio é de R$ 1,3 mil. Segundo o executivo, o portfólio do negócio é modificado conforme a região de atuação para atender ao perfil de consumo local. “Estamos buscando novas linhas de produtos e também localidades adicionais para operar”, disse. Atualmente, a rede possui 105 unidades com atuação em Estados como Mato Grosso, São Paulo e Paraná. A partir de agora, o foco de abertura de lojas se dará na capital paulista e em Santos (SP).

 

Fonte: Jornal DCI




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