04/02/2019
Com o objetivo de proteger o emprego dos trabalhadores e trabalhadoras da General Motors do Brasil, José Gonzaga da Cruz, vice-presidente do Sindicato dos Comerciários participou de uma reunião, na manhã de sexta-feira (01), no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, para debater as ameaças feitas pela montadora.
No encontro, que reuniu representantes de vários sindicatos, uma das sugestões foi a de reunir os trabalhadores e as militâncias sindicais para desenvolver atividades nas 38 concessionárias da Chevrolet na cidade, como estratégia pressão.
“Achei válida a ideia, mas creio que o que está motivando este anúncio tem a ver com outra coisa, pois eu tinha uma informação de que a montadora estava pressionando o governo para receber créditos no valor de 1 bilhão de reais. Que ela (montadora) já havia recebido R$ 700 milhões e que faltaria R$300, mas quando terminei de dar essa informação li no jornal Valor Econômico que a GM investiria no Brasil 9 bilhões de reais, então temos um contrassenso em dizer que vai fechar e em seguida dizer que vai investir”, disse Gonzaga.
“Nós do Sindicato estamos apoiando o emprego, não queremos que a GM vá embora do país, mesmo porque dos 20 carros mais vendidos do Brasil 5 são Chevrolet”, explicou o dirigente, que cincluiu: "Estamos defendendo os trabalhadores, que nesta briga de gigantes, é o lado mais fraco".
UGT - União Geral dos Trabalhadores