29/01/2026
Empresa atrasou salários e descumpriu contratos de trabalho
O corpo jurídico do Sindicato dos Comerciários de Jundiaí e Região, presidido por Milton de Araújo, entrou com medidas para defender empregados da rede varejista Marabraz, que se uniram para denunciar, juntos, uma preocupante realidade. Segundo eles, a empresa vem deixando de cumprir seus compromissos trabalhistas nas unidades localizadas em Jundiaí e Franco da Rocha.
O Sindicato apurou que este problema começou quando a empresa entrou em crise financeira e administrativa em meados de 2024, acarretando demissões em mais de 40 lojas, comprometendo, ainda, o pagamento de salários, dos Fundos de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS, entre outros benefícios. Apesar disso, os advogados da empresa alegam que a administração não vai entrar com pedido de recuperação judicial porque garante possuir, segundo os sócios, “outros meios” para reerguer a empresa e sanar os débitos trabalhistas.
Preocupado com a integridade dos trabalhadores, o Sindicato acionou o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), participando de Mesas Redondas com representantes da empresa, que, na época, garantiram que tudo seria regularizado em um curto prazo. No entanto, diante das atuais denúncias, vê-se que o cenário continua o mesmo.
Para o presidente Milton, os comerciários podem e devem contar com todo o apoio do Sindicato diante de situações como esta, fazendo uso do atendimento integral que a entidade presta a seus representados. “A nossa diretoria trabalha diariamente para atender os interesses da nossa categoria e coloca, à disposição de todos, advogados especializados em Direito do Trabalho, prontos a atender aqueles que buscam ajuda no Sindicato. Por isso é importante que todos contem conosco, sempre”, disse o dirigente.
Segundo Milton, a pauta será levada ao conhecimento da direção da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e da Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo, ambas presididas pelo deputado federal LUIZ CARLOS MOTTA, uma liderança que não apenas representa a categoria comerciária no Congresso Nacional, em Brasília, mas também luta para que esse tipo de ocorrência receba a devida atenção, uma vez que afeta a vida de cada empregado que deixa de receber aquilo que é seu por direito e pelo qual trabalha incansavelmente para adquirir com dignidade e muito trabalho.
UGT - União Geral dos Trabalhadores