05/02/2026
A União Geral dos Trabalhadores (UGT), por meio da sua Secretaria da Mulher, dirigida por Maria Edna de Medeiros, reafirma seu protagonismo na luta contra o feminicídio e todas as formas de violência de gênero. O movimento sindical entende que não há justiça social sem igualdade e sem o enfrentamento da violência que atinge diretamente as trabalhadoras e suas famílias.
Nesse contexto, o Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, assinado em Brasília no dia 04 de fevereiro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, representa um marco histórico. Ao reunir Executivo, Legislativo e Judiciário, o pacto estabelece medidas integradas de prevenção, proteção às vítimas, responsabilização dos agressores e fortalecimento da rede de atendimento. A urgência é evidente: somente em 2025 foram registrados 1.470 feminicídios, uma média de quatro mulheres assassinadas por dia no país.
A UGT se coloca como parceira estratégica nesse processo, ampliando suas ações já existentes de conscientização, formação sindical com perspectiva de gênero e articulação com outras centrais e entidades sociais. A Secretaria da Mulher da UGT tem sido protagonista na construção de políticas e campanhas que buscam não apenas denunciar, mas transformar a realidade das trabalhadoras, garantindo que cada mulher tenha o direito de viver sem medo.
Amanhã, 06 de fevereiro, Maria Edna de Medeiros participará de uma agenda conjunta com o governo e centrais sindicais para debater estratégias de enfrentamento à violência e preparar as mobilizações para o 8 de março – Dia Internacional da Mulher. Essa iniciativa reforça que o sindicalismo é também instrumento de transformação social e que a UGT seguirá firme na linha de frente dessa luta.
UGT - União Geral dos Trabalhadores