25/02/2026
Fruto de mobilização, coragem e organização, essa luta atravessou décadas até o marco de 1932, quando as mulheres passaram a votar e serem votadas. Antes disso, pioneiras já desafiavam o sistema, abrindo caminhos que mudaram a história do país.
De Celina Guimarães Viana, Alzira Soriano, Bertha Lutz, até os dias de hoje, com a Ministra Cármen Lúcia, Tabata Amaral, Erika Hilton ou Claudia Sheinbaum e tantas outras lideranças, cada avanço foi construído com enfrentamento e estratégia. Embora hoje representemos a maioria do eleitorado, ainda somos minoria nos espaços de poder.
A luta já não é pelo direito ao voto. É por presença real, representatividade e decisão.
A história nos mostra: quando mulheres se organizam, transformam estruturas.
O próximo passo é transformar maioria nas urnas em maioria nos espaços de liderança.!
Fonte: Fenattel
UGT - União Geral dos Trabalhadores