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Janeiro registra 4.319 empregos por dia


05/03/2026

Os empregos crescem no Brasil. No mês de janeiro 2026 abriram mais 112.334 vagas com Carteira assinada. Dados extraídos do Novo Caged, divulgado terça (3) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

 

No dados populacional a maioria das vagas tem sua maioria os homens, foram 94.53 mil. No quesito raça, a maior parte se destinou a pessoas pardas,76,56 mil vagas.

 

Acumulado – Em 12 meses, o País gerou mais de 1,22 milhão postos formais. O estoque total de formalizados subiu de 47,34 milhões pra 48,57 milhões – aumento de 2,6%.

 

Em janeiro, 18 das 27 unidades da Federação registraram saldos positivos. Destaques pra Santa Catarina, com 19 mil postos, Mato Grosso, 18.731, Rio Grande do Sul, 18.421 e Paraná 18.306.

 

As cinco Regiões tiveram resultado positivo. Liderança do Sul – 55,7 mil. No Sudeste, 13,3 mil vagas. Nordeste, positivo de 6,1 mil. Norte, 1,7 mil novos empregos.

 

Indústria – O setor liderou, abrindo 54.991 vagas, seguido da Construção 50.545, Serviços, 40.525 e Agropecuária 23.073. A sazonalidade pós-festas de fim de ano gerou saldo negativo no Comércio, com menos 56.800 postos.

 

Renda – O salário médio de admissão em janeiro foi de R$ 2.389,78 – variação positiva de 3,3% sobre dezembro do ano passado (R$ 2.312,76). Comparado a janeiro de 2025, aumento de 1,77%.

 

Economista – O professor e economista Rodolfo Viana responde pela subseção do Dieese no Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região. Ele explicou à Agência Sindical que medidas como o aumento real no salário mínimo, os ganhos efetivos obtidos pelas categorias no último trimestre do ano e também o aperfeiçoamento do Bolsa-Família têm ajudado a manter o mercado aquecido. Mas adverte para o problema dos juros altos.

 

Rodolfo Viana afirma: “A Selic precisa baixar imediatamente. A taxa nem deveria chegar a esses 15%, que é absurda. A economia tem perdido ímpeto e já não cresce no mesmo ritmo. Há sinais disso no horizonte, mas o Banco Central insiste na sua política de esfriar a economia”. Economistas ligados ao setor financeiro, porém, já começam a pregar redução na Selic, com a perspectiva de que ao final de 2026 ela esteja, no máximo, em 12%. “Ainda é muito”, conclui Rodolfo.

 

 

Fonte: Agência Sindical via Federação da Saúde do Estado de São Paulo





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