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Valorização CLT chega para motoboys em maio de 2026 com reajuste salarial e manutenção de direitos trabalhistas, apps mantêm entregadores sem reajuste há mais de uma década


18/05/2026

Imagem: Agência Brasil

A força da organização sindical do SindimotoSP garantiu, em maio de 2026, mais um reajuste salarial expressivo para os motoboys CLT em São Paulo, fruto da negociação incansável do sindicato.


Enquanto a categoria CLT registrada comemora aumento real, direitos trabalhistas e benefícios mantidos, os entregadores de aplicativos amargam mais de uma década de estagnação, longas jornadas de trabalho, sem reajustes nas taxas de entrega e à mercê da precarização das plataformas.


A atuação firme do SindimotoSP é o que separa a dignidade do risco: os motoboys com carteira assinada garantiram não apenas o aumento no piso, mas a manutenção da jornada fixa, adicional de periculosidade de 30% e seguro de vida, além de cesta básica, VR, seguro de vida e aluguel da moto.


Esse suporte jurídico e trabalhista impede que esses profissionais fiquem desamparados ou sujeitos à exploração, garantindo condições de trabalho dignas e reconhecidas por lei.


Portanto, a diferença entre o motoboy CLT e o entregador de aplicativo nunca foi tão evidente, como agora em maio de 2026 devido ao reajuste salarial assinado em Convenção Coletiva.


A CLT representa proteção e evolução de renda negociada, enquanto o modelo de aplicativo impõe jornadas exaustivas e renda congelada, consolidando a precarização, combatida arduamente pelo SindimotoSP.


Para 2026, o piso mínimo para o motofretista saltou para R$ 1.802,29, o adicional de periculosidade foi para R$

540,68, o aluguel da moto para R$ 854,23, o VR para R$ 559,65, a cesta básica para R$ 117,94, sendo que o segura de vida oferecido gratuitamente pela empresa está em R$ 41.000,00 em caso de morte e R$ 41,000,00 para invalidez permanente ou parcial. Já o valor por hora subiu para R$ 12,16. Atualmente o valor mínimo mensal para o motofretista é de R$ 3.874,79, totalizando aumento real de R$ 244,48.


Para o cicloboy, os reajustes foram R$ 1.733,00 para o piso mínimo, aluguel da bike ficou em R$ 575,79, o vale refeição R$ 559,65, e a cesta básica R$ 117,94, proporcionando piso mensal em R$ 2.986,38, em aumento real de R$ 215,08.


Abaixo, você confere os valores de 2025 e os de 2026.





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