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TROFÉU NZINGA MBANDI HOMENAGEIA QUEM CONTRIBUI NA CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE CULTURAL DOS POVOS AFRICANOS


23/05/2022

   Aconteceu, na sexta-feira 20, a cerimônia de entrega do troféu Nzinga Mbandi, que     premiou personalidades, homens e mulheres, que contribuem na construção da           identidade cultural dos povos africanos.


   O evento foi realizado na sede do Secretariado Nacional dos Trabalhadores no             Comércio e Serviços (Sentracos) e contou com a presença de Ricardo Patah,               presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT) e do Sindicato dos                       Comerciários de São Paulo, Stela Maria da Graça, Consul Geral de Angola, Regina      Pereira, líder do quilombola Cafundó, entre outras personalidades.


   O encontro, promovido pela Casa de Angola, homenageou Isabel Kausz, diretora       da secretaria da Mulher e idealizadora do Comitê do Imigrante no Sindicato dos Comerciários. Isabel recebeu o Diploma de Reconhecimento pela contribuição no fortalecimento dos laços entre Brasil e o continente Africano.


“Esse prêmio não e meu, é de todos do Sindicato, na figura do nosso presidente Ricardo Patah, pois ninguém faz nada sozinho”, disse Isabel.


Ricardo Patah ressaltou que o Sindicato dos Comerciários, por meio de Isabel Kausz, abraçou as causas dos imigrantes e, em especial dos povos africanos, num momento em que os brasileiros precisam ter esperança e solidariedade, principalmente diante dessa “discriminação odiosa” que ainda existe no Brasil e, em especial, neste governo. “A África trouxe para nosso país uma riqueza imensurável, que passa pela cultura, a culinária, entre outros e, realizar um evento como esse, de valorização dos povos africanos nos enche de orgulho”.


A atração artística ficou por conta do grupo Vocal Kuimba, que é um coral formado em 2013, por jovens angolanos, que têm em seu repertório músicas da cultura e crenças de Angola.


O troféu Nzinga Mbandi está na sua segunda edição e leva o nome de uma mulher considerada o maior símbolo da resistência africana a colonização.


Nzinga Mbandi (1582-1663), chefiou pessoalmente o exército até os 73 anos de idade, foi exímia estrategista militar e diplomata astuciosa.