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UGT/BA PRESENTE NA IV MARCHA DOS TRABALHADORES EM BRASÍLIA


17/11/2007

O presidente da UGT/BA, Álvaro Rios acompanhado dos companheiros Mário, Nilda e Geovani, participaram da IV Marcha dos Trabalhadores no último dia 05 em Brasília Distrito Federal.

Segundo a Polícia Militar aproximadamente 30 mil pessoas participaram da manifestação, sendo Seis Centrais Sindicais: UGT - União Geral dos Trabalhadores, CUT - Central Única dos Trabalhadores, Força Sindical, CGTB - Central Geral dos Trabalhadores do Brasil, NCST - Nova Central Sindical dos Trabalhadores, e CTB - Central dos Trabalhadores do Brasil, representando os trabalhadores. A macha saiu do estacionamento do Estádio Mané Garrincha em passeata até a Praça dos Três Poderes.

O presidente da UGT/BA Álvaro Rios, Mário Conceição, Maria Nilda (Nilda), Geovane Figueredo, (UGT/BA) o deputado José Roberto Santiago Gomes, o secretário de Finanças José Moacyr Malvino Pereira, e o secretário de Relações Institucionais Miguel Salaberry Filho, foram recebidos em audiência realizada na quarta-feira no Palácio do Planalto, em Brasília, pelo Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros da Previdência Luiz Marinho e do Trabalho Carlos Lupi. Foi entregue a pauta de reivindicações da IV Marcha da Classe Trabalhadora ao Presidente Lula, em conjunto com representantes das demais Centrais Sindicais.

O presidente Lula garantiu que vai enviar ao Congresso um projeto para ratificar a Convenção 158 e 151 da OIT - Organização Internacional do Trabalho, que dificulta a demissão sem justa causa e garante aos trabalhadores, especialmente aos servidores públicos, o direito à organização sindical e à negociação das condições de trabalho com os empregadores, respectivamente.

A Convenção 158 acaba com a demissão sem justa causa. O empregador terá de explicar por que está demitindo o funcionário. E só poderá demitir se obedecer as regras definidas", afirmou o deputado Santiago. Em relação à 151, Santiago avalia que a ratificação garantirá aos servidores públicos os meus direitos dos demais trabalhadores.

Os pontos ganhos na IV Macha que resultou na audiência com o presidente Lula é mais uma comprovação de que vale a pena participar de mobilização como essa considerada uma das mais organizadas e pacifica, disse Nilda, Secretária da Mulher- UGT/BA. Conclamou os companheiros para estarem juntos em todos as reivindicações em favor dos trabalhadores.

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Álvaro Rios, presidente da UGT/BA, destacou como uma das principais bandeiras da IV macha a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem redução de salários, onde o Presidente Lula sugeriu um projeto de iniciativa popular, com a realização de um grande referendo nacional. Álvaro disse que vai consultar a UGT Nacional para que a Bahia saia na frente com o abaixo assinado, sugerindo para conclusão 1º de Maio de 2008.

Conheçam as Reivindicações

REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO

A redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais vai garantir melhor qualidade de vida - com mais tempo livre para o lazer, os estudos e o convívio com a família. Além disso, a medida vai abrir espaço para a geração de milhões de novos postos de trabalho, combater o desemprego e distribuir renda. A diminuição da jornada legal também ajudará as categorias que já têm o benefício assegurado por acordo ou convenção coletiva a avançarem nas conquistas.

MAIS E MELHORES EMPREGOS

Exigimos também a regulamentação das terceirizações para combater a precarização das condições de trabalho. Pressionaremos igualmente pela ratificação da Convenção

158 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), que impede a dispensa sem justificativa. Hoje, muitas empresas se utilizam das demissões para provocar alta rotatividade na mão-de-obra e aprofundar o arrocho nos salários.

FORTALECIMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL E DAS POLÍTICAS PÚBLICAS

A Saúde e a Previdência, como políticas sociais promotoras de eqüidade, são imprescindíveis para o desenvolvimento. A defesa do SUS (Sistema Único de Saúde) e da Previdência Pública Universal é questão estratégica para os trabalhadores. O fim do Fator Previdenciário, a vinculação do piso dos benefícios da Previdência Social ao salário mínimo e a elevação dos gastos públicos como o SUS são fundamentais para fazer justiça, elevar a qualidade do atendimento e fortalecer as ações preventivas."


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