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Presidente da UGT cobra do governador de Pernambuco implantação do Piso Regional


25/08/2016

Câmara, governador de Pernambuco recebeu em seu gabinete, na tarde desta quarta-feira (24), Ricardo Patah, presidente nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Gustavo Walfrido, presidente da UGT-PE e Aldo Amaral, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada de Pernambuco (Sintepav).

 

Os sindicalistas levaram a conhecimento do governador a real situação dos trabalhadores e trabalhadoras que hoje encontra-se desempregados com a paralisação das atividades na Refinaria de Abreu e Lima e no Complexo Industrial Portuário – SUAPE. “Temos ao todo 40 mil trabalhadores desempregados e apesar de já termos resolvido uma parte, ainda tem cerca de 10 mil trabalhadores que não receberam sequer suas verbas rescisórias”, explica Aldo.

 

“O sr. Sabe que a justiça é lenta e tem coisas que está fora do alcance do sindicato, por exemplo, em novembro deste ano teremos o dead line para uma empresa pagar o que deve aos trabalhadores, se ela não fizer os pagamentos iremos pedir sua falência, só ai já temos uma ação que envolve  mais de 5 mil profissionais. A outra deve 130 milhões e até agora conseguimos o bloqueio de 10 milhões, é muito pouco perto do montante, contudo o Sindicato está na briga, mas nem tudo depende da gente”, relata Aldo.

 

Patah enfatizou que este foi um encontro emergencial para definir estratégias que visem amenizar o sofrimento dos trabalhadores e trabalhadoras prejudicados com a paralização de todas as obras do estado. “Sabemos que a responsabilidade não é do governo do estado, mas queremos um apoio ou que seja feito um acordo para que possamos reconstruir alguns caminhos que estimulem o retorno dos postos de trabalho na região”, diz o líder ugetista.

 

O presidente da UGT esclareceu que a assembleia que aconteceu na Praça da Estação de Cabo de Santo Agostinho, com a presença do ministro do Trabalho Ronaldo Nogueira foi emblemática, pois os trabalhadores estão sem oportunidade de trabalho e, como forma de protesto, milhares de pessoas entregaram seus currículos para o ministro, que ficou emocionado, pois ali existem famílias que já estão vivendo em completa miséria, sem dinheiro para comer ou para pagar aluguel.

 

“Há algum tempo o estado de Pernambuco vivia um desenvolvimento formidável, graças a realização de obras importantíssimas, como a transposição do Rio São Francisco, entre outras. Mas  de uma hora para outra houve um efeito dominó, em que tudo foi caindo até chegar na situação que estamos vendo hoje. Nós da UGT temos sugestões para que possamos juntos iniciar um processo de inclusão social, precisamos sinalizar caminhos que façam o estado voltar a se desenvolver”, propõe Ricardo Patah.

 

O governador Paulo Câmara, que recebeu das mãos de Aldo um documento contendo 12 pontos principais que retratam as dificuldades do trabalhador pernambucano, se comprometeu com a UGT em aprofundar esses debates e, de uma forma rápida, como o caso requer, buscar caminhos viáveis para resolver a situação desses trabalhadores.

 

Uma central diferenciada

Gustavo Walfrid, presidente da UGT-PE, em seu relato, explicou ao governador que a UGT é uma central diferenciada, que luta em prol dos direitos trabalhistas, mas acreditando que o bem estar da classe trabalhadora está além da relação capital e trabalho, busca desenvolver ações que promovam a construção de politicas públicas que beneficiem toda a população. “Nós queremos contribuir para construir um estado forte”, diz o sindicalista.

 

“Nós queremos fazer parceria e construir uma relação com o senhor (governador), para que tenhamos o seu respaldo em tudo que precisarmos e que seja de interesse da classe trabalhadora e da sociedade em geral”, conclui Gustavo.

 

A luta ugetista em prol do Piso Estadual

Ricardo Patah aproveitou o encontro com o governador para falar sobre o projeto da UGT de implantação de pisos estaduais. “Esta é uma proposta que não gera encargos ao governo, mas é muito valiosa para a classe trabalhadora e para a economia local, já que os trabalhadores terão aumento na sua renda e no seu poder de compra”.

 

Fonte: Com informações UGT-PE

 


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