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Projets for Earth - A UGT é parceira do Instituto Ecológica


03/09/2018

Aliança RECOs

Redes de Cooperação Comunitária Sem Fronteiras

 

Apoiamos e endossamos essa cyberação internacional na COP24 para que possamos, de fato, construir uma solução eficaz e duradoura no combate à crise climática e socioambiental. Se, de um lado, a tecnologia da informação faz migrar fortunas de um continente a outro, essa mesma tecnologia está fazendo com que possamos criar conexões de redes em que as florestas do mundo inteiro, os campos e os grupos de resistência se comuniquem e se mobilizem em prol da emancipação dos povos, tornando possível a realização de um mundo mais justo e solidário, diz Amyra El Khalili.

 

MAIS DE 293.000 ASSINATURAS DE 129 PAÍSES E 378 ORGANIZAÇÕES ASSINARAM AS DEMANDAS DOS POVOS!

Assine a Petição em: https://www.peoplesdemands.org/espanol/

 

 

ASSINAR AS DEMANDAS DOS POVOS À JUSTIÇA CLIMÁTICA

 

Aos representantes do governo da 24ª Conferência das Partes (COP24) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima:

 

Pedimos que você se alie às pessoas e povos de todo o mundo - e não aos grandes poluidores - e tome medidas imediatas para enfrentar a crise climática.

 

A mudança climática é a crise do nosso tempo. Neste mês de dezembro, na COP24, você estabelecerá as regras para implementar o Acordo de Paris, cujas políticas afetarão a vida de bilhões de pessoas.

 

A urgência da crise climática requer uma resposta justa centrada nos direitos humanos, equidade e justiça. Portanto, nós exigimos:

 

Deixar os combustíveis fósseis no subsolo;

 

Rejeitar as falsas soluções para a crise climática, que deslocam as verdadeiras soluções que priorizam as pessoas;

 

Promover soluções verdadeiras que sejam justas, viáveis e essenciais;

 

Honrar obrigações econômicas para o meio ambiente nos países em desenvolvimento;

 

Acabar com a interferência e o controle das corporações nas negociações climáticas;

 

Garantir que os países desenvolvidos cumpram a sua justa parte, assumindo a responsabilidade por ter conduzido esta crise.

 

AS DEMANDAS DOS POVOS NA COP24

A mudança climática é a crise do nosso tempo. A gravidade desta situação é destacada recentemente nas conclusões urgentes do relatório do Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas de Outubro deste ano. Os impactos cada vez mais intensos da mudança climática afetam a saúde do planeta e as vidas de milhões de pessoas em todo o mundo e impulsionam a extinção de espécies. A mudança climática afeta desproporcionalmente os povos e comunidades do mundo que menos causaram essa emergência planetária.

 

Esta crise requer uma ação urgente, vital e ambiciosa. E esta ambição deve concentrar-se nas vidas das pessoas e nos direitos humanos, e basear-se nos princípios de equidade e responsabilidade histórica. Em dezembro, na COP24, delegados do governo estabelecerão as regras para implementar o Acordo de Paris, cujas políticas afetarão a vida de bilhões de pessoas. Os países e indústrias mais responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa, por dificultar e retardar o progresso para evitar os piores efeitos dessa crise, devem assumir a responsabilidade por suas ações e assumir a maior parte dos custos de uma transição global, justa e eqüitativa para um futuro 100% livre de combustíveis fósseis.

 

Estas são as exigências do povo, o nosso chamado aos delegados do governo, um chamado baseado em movimentos sociais de todos os continentes, que exigem com uma só voz o direito inalienável de todos: a justiça climática.

 

Deixe os combustíveis fósseis no subsolo

 

1. Que os países desenvolvidos se comprometam a uma transição justa e equitativa para 100% de energia renovável até 2030.

 

2. Que os governos gradualmente eliminem os subsídios para a indústria de combustíveis fósseis e se comprometam a desinvestir completamente nos combustíveis fósseis até 2020.

 

3. Comprometer-se a proibir explicitamente e imediatamente a fraturação hidráulica e adotar uma moratória global sobre novas técnicas de exploração e extração de combustíveis fósseis, a partir de 2018.

 

4. Que aceitem uma moratória internacional sobre novos projetos de carvão, com efeito imediato.

 

Rejeitar falsas soluções para a crise climática, que deslocam as verdadeiras soluções que priorizam as Pessoas

 

1. Que eles rejeitem as compensações de carbono e que eles retardem a transição do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo nas diretrizes para implementar o Acordo de Paris, sob o pretexto de ser um Mecanismo de Desenvolvimento Sustentável.

 

2. Que honrem a moratória internacional sobre geoengenharia, estabelecida pela Convenção sobre Diversidade Biológica.

 

3. Que rejeitem projetos de captura e armazenamento de carbono (CCS) e de bioenergia com captura e armazenamento de carbono (BECCS) e outras falsas soluções tecnológicas.

 

4. Parar a conversão de terras agrícolas locais para fins de produção não alimentar.

 

5. Que eles rejeitem projetos de REDD +, aqueles similares aos de REDD, os resultados de mitigação de transferência internacional (ITMOs) e qualquer esquema de comércio de emissões que mina os direitos humanos e indígenas, incluindo: culturas indígenas, soberania territorial e integridade.

 

 

6. Parar de apoiar e promover a combustão de biomassa como energia renovável e rejeitar a substituição de biocombustíveis e bioenergia.

 

 

 

24.ª CONFERÊNCIA DA PARTES  (COP24), DA CONVENÇÃO-QUADRO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA AS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

 

As novas tecnologias favoráveis ao clima, a população como líder da mudança e o papel da floresta são os temas centrais que a Polónia quer ver discutidos na reunião mundial do clima.

 

A organização da COP24 diz que o principal objetivo da presidência polaca é adotar uma decisão que garanta a plena implementação do Acordo de Paris sobre o clima, as chamadas Regras de Katowice.

“O pacote de implementação dará ao Acordo de Paris uma forma realista, definindo um caminho que cada país decidirá seguir para intensificar os esforços para proteger o clima. Para simplificar, não há Acordo de Paris sem Katovice”, diz a organização da conferência.

Confira a seguir os principais anúncios feitos imediatamente antes e durante a COP24:

 

28/11 – A Alemanha anunciou que dobrará sua contribuição ao Fundo Verde para o Clima (GCF) para 1,5 bilhão de euros. 

 

28,11 – A Comissão Europeia apelou a uma Europa neutra em termos de carbono até 2050 no lançamento da sua proposta de estratégia climática de longo prazo para o bloco. A visão do clima inclui oito caminhos diferentes que podem levar a economia da União Europeia para uma trajetória compatível com Paris. Esta estratégia climática é o primeiro passo para as emissões líquidas zero do terceiro maior emissor mundial de gases de efeito estufa.

 

30.11 – A França e a China, juntamente com o Secretário Geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, declararam “cooperar de perto para fazer desta cúpula um momento decisivo para acelerar a ação, aumentar a ambição e mobilizar os recursos necessários para alcançar uma transição ecológica”.  A cúpula à qual se referem é o encontro de alto nível que será promovido por Guterres em 2019 sobre mudanças climáticas.

 

1.12 –  Pela primeira vez na história, um comunicado do G20 enfatiza a urgência de manter o aquecimento global abaixo de 1,5 ° C. A Cúpula dos Líderes do G20 em Buenos Aires, Argentina, terminou com uma mensagem forte para os delegados na COP24. 19 líderes mundiais reafirmaram seu compromisso com a ação climática e a implementação do Acordo de Paris. O Relatório Especial do IPCC em 1.5 é mencionado, destacando-o ainda mais. O presidente dos EUA, Donald Trump, isolou-se ainda mais a si e ao seu país do consenso global.

 

2,12 –  Katowice Call: Cinco ex-presidentes de negociações climáticas da ONU emitiram um chamamento sem precedentes aos governos, exigindo que a COP24 forneça um caminho para compromissos novos ou atualizados (NDCs) até 2020, progresso nas finanças climáticas e um forte conjunto de regras.

 

 

3,12 – O Banco Mundial anunciou que dobrará os investimentos em ação climática para cerca de US $ 200 bilhões de 2021 a 2025.

 

 

 

MARCHA PELO CLIMA DURANTE A COP 24 

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Um boneco representando o presidente eleito no Brasil, Jair Bolsonaro, foi destaque da Marcha do Clima, realizada na tarde deste sábado (8) nas ruas centrais de Katowice, na Polônia. Com braços manipuláveis, a peça compunha uma encenação ao longo da marcha com outra boneca que representava uma indígena.

 

3,12 – O ministro do Meio Ambiente da Índia sinalizou que o país está pronto para atualizar seu NDC, se outros países fizerem o mesmo.  Ele foi seguido pelo ministro do Meio Ambiente canadense, que fez anúncio semelhante.

 

4,12 – Cinco bancos (ING, BBVA, BNP Paribas, Standard Chartered e Société Générale), com uma carteira de empréstimos combinada de 2,4 trilhões de euros, se comprometeram a alinhar suas carteiras de empréstimos com a meta climática de “bem abaixo de 2 graus”. 

 

4,12 – A maior empresa de transporte de contêineres do mundo, a Maersk, prometeu zero emissões até 2050.

 

4,12 –  A Volkswagen anunciou que não venderá mais carros de combustão após 2040 e colocará os últimos modelos baseados em combustível fóssil no mercado em 2032.

 

5.12 – O relatório do Global Carbon Project revela que as emissões globais de CO2 dos combustíveis fósseis e da indústria devem subir pelo segundo ano consecutivo em 2018.

 

5.12 – Novo relatório da Organização Mundial de Saúde mostra que os danos à saúde causados pela poluição custam 4% do PIB mundial, enquanto que o investimento para cumprir o Acordo de Paris equivale a 1%. 

 

6,12 – A Nova Zelândia declarou que a mudança climática é a mais significativa ameaça à segurança do país.

 

7.12 – A Rússia e a OPEC concordaram em reduzir a exploração de petróleo. 

 

8.12 –  Como em toda conferência do clima da ONU, houve uma marcha climática no final de semana que separa a primeira da segunda semana de negociações. A diferença é que na marcha da COP24 um dos bonecos era do futuro presidente do Brasil.

 

10.12 – Mais de 400 investidores globais com mais de US $ 30 trilhões em ativos pediram aos líderes globais que aumentem a ação climática.

 

Folhapress

 

 

 

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A União Geral dos Trabalhadores (UGT) é uma central sindical que nasceu, há 11 anos, com uma proposta diferenciada, de promover um sindicalismo cidadão, ético e inovador. 

 

Assim, a entidade luta pelos direitos do cidadão em diversas esferas, e não apenas no que se refere ao mundo do trabalho.

 

Suas ações englobam, por exemplo, preservação do meio ambiente, direitos das mulheres, fim de todo e qualquer tipo de violência e discriminação, população indígena, entre outras. 

 

Nesse sentido, atualmente, a UGT é parceira da plataforma Projects for Earth (ou Projetos para a Terra), por meio de quatro de suas secretarias. São elas: Secretaria de Integração para as Américas, Secretaria de Organização e Políticas Sindicais, Agricultura Familiar e Comitê de Sustentabilidade.

 

Criada pelo Instituto Ecológica, a plataforma também tem como apoiadores a Universidade de Aveiro, a Universidade Federal do Tocantins e a ONG Loving Planet.

 

Trata-se de um facilitador de acesso a projetos que visam ao desenvolvimento sustentável, relacionados à preservação, cuidado e melhoria do meio ambiente.

 

Por meio do Projects for Earth, é possível conhecer e participar de ações que estão sendo desenvolvidas em qualquer lugar do mundo.

 

Entre os projetos da UGT que fazem parte dessa plataforma, estão o de promoção da agricultura familiar e o de desenvolvimento da autonomia e inserção social da população indígena. 

 

A Central possui, em seu quadro de afiliados, cerca de 100 sindicatos de agricultores familiares, o que demonstra sua preocupação em estar próxima de trabalhadores e entidades que lutam pela alimentação saudável, por exemplo, uma vez que 70% dos alimentos produzidos e consumidos no Brasil vêm da agricultura familiar (que não utiliza agrotóxicos, recupera o solo degradado e auxilia na manutenção do equilíbrio climático).

 

Já o projeto “Ilha do Bananal – Desenvolvimento Local”, que também faz parte da plataforma digital, é desenvolvido pela UGT no Tocantins, com objetivo de promover a capacitação da população indígena das etnias Javaé e Karajá, das aldeiasTxuiri e Canuanã, para que possa gerir seu próprio processo de desenvolvimento.

 

O projeto, que teve início em 2015, visa, ainda, à geração de emprego, trabalho e renda, contribuindo para a formação de uma comunidade autossustentável por meio do fortalecimento da cidadania e inserção socioeconômica no contexto da conservação ambiental e desenvolvimento sustentável. Trata-se de uma ação inédita no mundo sindical brasileiro. 

 

Entre as categorias de projetos divulgados no Projects for Earth, estão: conservação da biodiversidade, economia circular, recursos hídricos, educação para sustentabilidade, mudanças climáticas e pesquisas em áreas sustentáveis. 

 

Ou seja, a plataforma, assim como todas as ações desenvolvidas ou apoiadas pela UGT, abrange os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) – agenda da ONU (Organização das Nações Unidas) que sinaliza um caminho a ser seguido a fim de maximizar os ganhos para as pessoas e para o planeta, visando à prosperidade e à paz, de forma colaborativa, por meio de parcerias.

 

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