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UGT recebe delegação chinesa


11/10/2018

Nesta quarta-feira, 10 de outubro, a União Geral dos Trabalhadores (UGT) recebeu a visita de uma delegação chinesa.

 

Liderada por Mi Huiwen, vice-diretora do Comitê Permanente do Congresso do Povo e presidente do Conselho Sindical de Shanwei, a delegação era formada por Li Xuetong, presidente da União Provincial do Setor Público dos Empregados da Organização de Guangdong; Yang Huihong, presidente executiva do Conselho Sindical Municipal de Huizhou; Wang Haiquan, diretor do Escritório Geral do Conselho Sindical Provincial de Guangdong; e Xu Guosheng, diretor do Departamento Internacional do Conselho Sindical Provincial de Guangdong.

 

Os chineses foram recebidos pelo presidente da UGT, Ricardo Patah, e por dirigentes da Central: Canindé Pegado, secretário Geral; Salim Reis, vice-presidente; Moacyr Pereira, secretário de Finanças; Roberto Nolasco, coordenador de Finanças; Antonio Duarte, presidente do Ipros (Instituto de Promoção Social); Gustavo Garcia, coordenador de Projetos de Trabalho Decente; e Calisto Cardoso de Brito, presidente do Sindicato dos Securitários, entidade filiada à UGT.

 

Na ocasião, a delegação fez muitas perguntas sobre o funcionamento da Central. “Valorizamos a relação bilateral entre Brasil e China e temos aqui uma grande oportunidade de aprender com o compartilhamento de experiências”, disse Mi Huiwen.

 

“Vocês vieram num momento importante, em que vivemos o intervalo entre o primeiro e o segundo turno das eleições presidenciais. O movimento sindical passa por transformações consequentes da reforma trabalhista, que retirou muitos direitos dos trabalhadores. Além disso, o atual governo não conseguiu implantar políticas de geração de empregos. As preocupações do movimento sindical aumentam com as eleições. O Congresso Nacional teve uma grande renovação, mas quem entrou tem uma ligação muito forte com a flexibilização do trabalho. A expectativa é de anos difíceis pela frente, mas, com relações internacionais como a que temos com a China serão continuadas e nos darão força para a superação”, disse Ricardo Patah.

 

Os chineses quiseram saber também sobre a relação da UGT com os partidos políticos. E Canindé Pegado explicou: “Nossa Central foi criada com base no respeito ao pluripartidarismo. O Brasil tem 35 partidos e a UGT tem dirigentes na maioria deles. Respeitamos o ponto de vista de cada dirigente, mas exigimos que eles optem por partidos comprometidos com os interessas da classe trabalhadora. Como a UGT não está abaixo de nenhuma bandeira partidária, temos liberdade de questionar medidas de qualquer governo se não forem compatíveis com as necessidades da sociedade”.

 

Os dirigentes da UGT explicaram, ainda, sobre a não obrigatoriedade do imposto sindical, as dificuldades para a manutenção das entidades sindicais, as relações políticas e atos sociais, e sobre os benefícios oferecidos pelos sindicatos a seus associados e familiares – “Muitas vezes, fazemos o papel do governo. Oferecemos o que ele deveria oferecer à sociedade”, finalizou Moacyr.

 

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