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Patah participa de debate sobre o futuro dos trabalhadores no cenário pós-pandemia


23/05/2020

Ricardo Patah, presidente nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT) participou, na manhã deste sábado (23), de um debate sobre o futuro dos trabalhadores no cenário pós-pandemia e reforma trabalhista.

 

O debate, que foi transmitido pelo youtube contou com a participação do ex-governador Marcio França (PSB) e Antonio Neto, Leonardo Ostronoff e Celso Napolitano.

Ricardo Patah começou sua participação ressaltando que ultimamente tem tido, quase que diariamente, contato com o companheiro Antonio Neto, devido a sequência de vídeos conferências que os dois estão realizando e que isso, ao seu ver, é importante porque mostra a solidariedade, que é um conceito que tem que ser cada vez mais fortalecido para encontrar alternativas conjuntas de superação.

 

Patah ressaltou que estamos vivendo um período muito conturbado, que já vinha de um índice de desemprego elevado no Brasil e na cidade de São Paulo, o que foi agravado pelas reformas iniciadas em 2017 e, atualmente, pelo fator coronavírus.

 

No âmbito trabalha, Ricardo enfatizou que as políticas adotadas são muito tímidas, cabendo ao movimento sindical buscar alternativas conjunta de superação, por meio de interlocuções com o Supremo Tribunal Federal (STF), com os governadores, prefeitos ou com diálogo direto com o setor empresarial.

 

“Nosso primeiro objetivo é zelar pela saúde das pessoas, mas precisamos pensar também na economia, já estão dizendo que o País irá perder 5% do seu PIB (Produto Interno Bruto), imagina a quantidade de desempregados teremos até o fim do ano”, disse Patah.

 

O presidente ugetista, o campo da infraestrutura precisa ser fortalecido, reforçando que é extremamente necessária a retomada de obras que são fortes geradoras de emprego e renda para a população.

 

“É fundamental que nós possamos pensar o dia seguinte, pois hoje estamos com 60 dias paralisados e a minha área, comércio, está muito sofrida, pois a maior parte dos estabelecimentos são de micro ou pequenas empresas que já demitiram mais de 70 mil comerciários, sem que essas pessoas vejam que estamos tendo uma programação estrutural de superação”, explicou.

 

“Precisamos ter a capacidade e a sensibilidade para buscar alternativas de geração de emprego, mesmo numa situação como essa não podemos ficar paralisados”, concluiu Patah.




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