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Em reunião virtual, filiados da UGT-SP definem participação no protesto nacional


05/08/2020

“Dia de Luto e Dia de Luta” será marcado por mobilizações em todo o país, lamentando o alto número de vítimas da Covid-19, de solidariedade com as famílias e cobrando ações governamentais em defesa da vida e do emprego

 

Em reunião realizada na tarde desta terça (4) a UGT-SP definiu a participação de de integrantes na mobilização nacional convocada pelas 11 Centrais Sindicais para a próxima sexta (7), que irá cobrar do Governo ações mais efetivas no enfrentamento à Covid-19, em defesa dos trabalhadores e de micro e pequenos empresários e lamentar a trágica marca de quase 100 mil mortos pela pandemia no Brasil.

 

O encontro, que foi comandado pelo presidente da UGT-SP, Amauri Mortágua, contou com a participação do presidente da UGT Nacional, Ricardo Patah, do ex-deputado estadual e líder sindical Davi Zaia, de Edison Laércio de Oliveira, Presidente da Federação Paulista de Saúde, de Victor Pagani, consultor do DIEESE, de dirigentes da Entidade Estadual e de líderes de diversas federações e sindicatos filiados à Central.

 

Ao final, foram aprovados encaminhamentos que sugerem aos sindicatos filiados a realização de atos em suas respectivas cidades e área de representação, preferencialmente em conjunto e parceria com as entidades locais, da forma como for decidido na localidade, informando à secretaria da UGT-SP que registrará a mobilização no estado e a repassará à organização nacional das Centrais Sindicais

 

A mobilização agendada para a próxima sexta-feira, além do foco no luto pelas mortes, terá como bandeira de luta os tópicos definidos em conjunto pelas Centrais Sindicais, como repudiar a falta de ação, ações inadequadas ou a omissão do Governo Bolsonaro em relação às medidas que deveriam ser tomadas no combate ao coronavírus, assim também a iniciativa de prefeitos e governadores que já planejam e até fixam data para retorno presencial dos alunos às aulas. 

 

 

 

A luta, neste sentido, é consubstanciada numa pauta emergencial que contempla as seguintes medidas:

 

1- Ampliação do Auxílio Emergencial de R$ 600,00 enquanto durar o estado de calamidade pública, ou seja, no mínimo até 31 de dezembro de 2020;

 

2- Ampliação das parcelas do Seguro Desemprego diante da necessidade de garantia de renda para que os desempregados possam amenizar a dura realidade do desemprego e enfrentar a pandemia com isolamento social;

 

3- O fortalecimento do SUS (Sistema Único de Saúde) e de sua capacidade de articulação das ações de enfrentamento à pandemia;

 

4- Que o Ministério da Saúde garanta que os estabelecimentos de saúde disponibilizem todos os equipamentos necessários para que os profissionais de saúde possam exercer as suas atividades com segurança;

 

5- A derrubada pelo Congresso Nacional dos vetos do Presidente da República que impedem a garantia dos direitos conquistados pelos trabalhadores e seus sindicatos por meio da ultratividade dos acordos e convenções coletivas de trabalho;

 

6- Liberação dos créditos prometidos pelo governo para as micro e pequenas empresas com vistas a evitar ainda mais o desemprego;

 

7- Retorno das atividades escolares presenciais somente quando houver garantias de segurança para a preservação da saúde e da vida das crianças, dos seus familiares e dos profissionais da educação.

 

 

 

O Presidente da UGTSP, Amauri Mortagua, lembrou que “não importa o tamanho ou o tipo do ato, mas o essencial é que cada entidade se manifeste, exercitando sua representatividade, na luta pela alteração deste quadro que mata milhares de brasileiros; acaba com empregos, direitos e conquistas dos trabalhadores; fecha pequenas e micro empresas e assombra nosso povo com perversidade e falta de perspectivas.”

 




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