28/09/2026
A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconhece a inconstitucionalidade da lei que permitia a continuidade da exploração do amianto em Minaçu (GO) representa um marco para a proteção da vida, da saúde e da segurança dos trabalhadores e trabalhadoras.
Para a União Geral dos Trabalhadores – UGT, essa decisão também reafirma uma posição histórica.
A UGT sempre foi contra o uso do amianto na indústria brasileira e defende seu banimento dos processos produtivos e dos produtos que contenham essa fibra. Essa posição foi registrada pela entidade em seu manifesto pela proibição do amianto, em defesa de ambientes de trabalho saudáveis, seguros e decentes.
Ao longo dessa trajetória, a UGT tem se colocado ao lado dos trabalhadores e trabalhadoras expostos aos riscos do amianto, defendendo a ciência, a prevenção e o direito fundamental à saúde.
O amianto deixa um legado de adoecimento e mortes. Por isso, celebrar o avanço do banimento também significa reconhecer a luta de trabalhadores, vítimas, familiares, pesquisadores, entidades sindicais e movimentos sociais que não desistiram de denunciar seus riscos.
A decisão do STF é uma conquista. Mas a luta não termina aqui.
É preciso garantir assistência, acompanhamento, diagnóstico, tratamento e reparação às vítimas do amianto, além de assegurar que trabalhadores e populações expostas continuem sendo acompanhados.
A UGT reafirma seu compromisso histórico com a Saúde e Segurança no Trabalho e com a construção de ambientes ocupacionais saudáveis e decentes.
Nenhum(a) trabalhador(a) deve adoecer ou perder a vida para garantir o lucro de alguém.
O trabalho deve produzir dignidade, não doença.
AMIANTO: A VIDA VENCEU.
A LUTA CONTINUA.
UGT — União Geral dos Trabalhadores
Na defesa da vida. Na defesa da saúde. Na defesa de quem trabalha.
UGT - União Geral dos Trabalhadores